quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Reclame menos...


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

domingo, 18 de janeiro de 2015

Pequenos seres

"Sem título" de © João M. Pereirinha
Observe.

Como somos pequenos! Como somos quase nada! Mas somos um nada cheio de histórias, cheio de vida. Somos um nada cheio de significado para tantos outros nada como nós.


Nesse mundo tão grande, cada pequeno ser faz sua diferença na vida de outros. Alguns conseguem atingir e fazer a diferença para uma grande parcela da humanidade, outros se relacionam somente com um pequeno núcleo. Mas muitos esquecem que neste grande mundo o que importa essencialmente não é o seu grande números de fãs, mas a qualidade da sua presença.


Se pensarmos que cada ser se relaciona com outro, e imaginarmos que essas relações são positivas, ou pelo menos cada um se esforça para que seja, um mundo melhor e mais sadio de se viver consegue ser vislumbrado na nossa imaginação.


Tendemos a sempre culpar os outros pequenos seres, por outras tantas coisas pequenas. E neste mundo de pequenas acusações, se constroem grandes desentendimentos.


Observe. E imagine.


Se todos fizessem sua parte para uma boa convivência, quanto já não teríamos evoluído socialmente? Mas como ainda é impossível prever os atos dos outros pequenos seres, que comecemos a nos policiar. Que comecemos a sorrir, a distribuir bom dia, boa tarde e boa noite,  a dizer um simples obrigado, a pedir perdão quando sabemos que erramos e dizer eu te amo, quando sentimos que amamos. O ego do pequeno ser anda relutante com estas pequenas coisas, e isto só torna o pequeno ser ainda menor.

Sobre meu estoque de esperança...


Vamos brincar de calor?


Eu sou mesmo uma pessoa de sorte...


Acabou-se que era doce...




Detox


Meu suco de limão com couve, gengibre, hortelã e alguns outros ingredientes naturais estava quase ficando pronto. Eu esperava impaciente pelo meu suco detox de todas as manhãs. Ele revigorava as minhas forças antes de ir pra academia, além de me deixar cada vez mais perto do meu objetivo maior: o corpo perfeito.

No verão todos parecem se envolver por esta temática e, principalmente, onde moro, ela se torna visível. As pessoas caminham, andam de bicicleta, skate, jogam vôlei, peteca, pulam corda, amarelinha, enfim, se tornam saudáveis. Esta febre da saudabilidade ocorre principalmente no verão e, em especial, a partir do dia primeiro de janeiro, onde todas as promessas para o novo ano apertam o botão "start". Também, depois da comilança das festividades natalinas, o sentimento de culpa e uma frase ressoa nas cabeças: Que começem os jogos!

É exatamente esta a sensação que se tem no início de cada ano.

Então eu deleto do cardápio meu chocolate, o pão quentinho da padaria aqui perto, o açaí, minha bomba calórica favorita, o refrigerante, os meus biscoitos com recheio até na alma, as batatas fritas no almoço, e tudo mais que me afasta do meu ideal de beleza, e me aproxima de uma camada ainda maior de tecido adposo.

Mas, como para toda boa meta, essa também tem um fundamento embazado e que justifica todas as minhas privações. Saúde, bom condicionamento físico, melhor qualidade de vida? Nada como esperar ansiosamente pelo carnaval, o verdadeiro início de ano no Brasil!


Então tudo volta a ser como antes.